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Resenha de filme: Pantera Negra



Pantera Negra é um hino de representatividade. O filme veio de forma contundente preencher essa coluna de dar uma voz nova aos filmes de herói.
E ele não é simplesmente isso.
Não é um filme ruim sendo feito apenas para tirar dinheiro das pessoas que se identificam com a causa ou uma produção que se aproveita da sempre atual discussão sobre o racismo. É um filme brilhantemente feito por pessoas que respeitaram a cultura negra e criaram um símbolo vitorioso para servir de exemplo e semelhança para milhares de pessoas que nunca tiveram um herói.
Pantera Negra consegue discutir questões sociais e políticas, consegue ter o toque de ação e tecnologia - capaz de deixar fãs de Batam e Homem de ferro com inveja. Consegue emocionar e marcar presença. Além é claro de oferecer excelentes recursos novos para a saga Vingadores.
A partir de agora esse herói define uma época. Marca pra sempre a visão de muitos meninos e meninas que gostariam de um herói parecido. Para muito isso pode parecer pouco, mas para aqueles que ainda estão aprendendo a discernir o certo do errado, um modelo semelhante sempre é algo positivo.
Ponto para essa produção que teve um trabalho gigantesco na captação e aplicação da cultura africana na sua fotografia, figurino, linguagem; oferecendo algo legítimo e forte tanto quanto as mitologias nórdicas, romanas e gregas.

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Um comentário:

  1. Tem contras como qualquer história, mas em geral é muito bom! É importante dizer que toda essa produção expõe fortemente uma cosmovisão, ou seja, uma forma de enxergar o mundo nas diversas áreas da vida; e que todo o roteiro foi projetado para convencer o público da mesma. Vale a pena assistir? Sim! O gráfico do filme é de cair o queixo, as cenas de ação são muito eletrizantes, os rituais simbolizando as tradições tribais africanas nos transportam para uma realidade totalmente diferente da nossa. As atuações dos atores estão sensacionais, eles incorporaram os papéis de forma magistral, mas entre tantas estrelas, há um nome que roubou corações: Michael B. Jordan (Michael do óptimo " Filme Fahrenheit 451”), na pele de Killmonger, um vilão impossível de odiar, realmente muito cruel sem traços caricatos e exagerados. A forma como a tecnologia foi perfeitamente agregada à cultura africana foi simplesmente incrível. Os efeitos visuais e a agregação do moderno com o antigo foi, sem dúvida, fantástico. Um dos melhores e mais criativos filmes que já li no cinema.

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